Pequeno Dicionário 3M (IV)

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Marcos, de Bonis Almeida Simões. Sin: Marquinhos, Jacaré. Sorriso perfeito, dentes mais sedutores do uótisape. Montou dossiê FIFA validado por ser ex­-peladeiro. Polemista hay gobierno, soy contra. Excelente propagador cultural graças a infindáveis madrugadas varadas na Fiorentina e pés-sujos do Leme. Relata quiromania tardia do Sr Luiz Pato, parceiro dele contumaz. Easy rider, talvez tramando vingar reprimenda de Dom Obá. Cricri dissimulado. Ver Wilson, Patinho.

Mário, Augusto Brandão Rabelo. Sin: Tarzan, Marão. Maranhense nativo, carioca adotivo, baiano assumido. Sideman do redator, com Damerran Smith, em pecu­liar levantamento estratégico de área na então paradisíaca Região dos Lagos. Inigualável intérprete/coreógrafo de Coro de Passarinhos e outros hits pop-axé. Gaúcho honorário, cinco estrelas comissionado da FT 3º Blog / CTG Bagé-Taqua­rembó. Prestigiado Cmt da Bda ECEME na vitoriosa Op Roda Viva, para “extin­guir casa de shows inimiga do gagá”. Alvo de arremetidas poéticas iniciais do africanista. Botafoguense arretado, escorpiano inflamado. Ver Salvany, Ivo.

Magno, Gabriel Raimundo M Pinto. Sin: Piolho. Esgrimista bissexto. Glória da fo­lha de acanto depois de reedição épica da fábula de Davi e Golias, no ginásio da AMAN, quando assestou golpe fulminante no jovem Estélio, confirmando re­serva celeste especial aos desafinados deste mundo. Participante discreto de assembleias MMM/BSB. Ver Estélio, Aparício.

Mariotti, Francisco. Sin: Chico Banda. Aristocrata de Jacutinga-MG, diferenciado do baixo clero cavalariano na finesse inconfundível. Ex-Cmt da PM-Maranhão, diz-se ter mandado investigar os fundamentos antropológicos da vocação lí­tero-musical maranhense. Desaparecido da lona comunitária 3M, sem aviso prévio. Urge fatwa para resgatá-lo de possível esconderijo nos contrafortes da Bocaina.

Marques, Jorge Ernesto de Souza. Sin: Chimbica. Embora Chimbica, não se aventura a rodar em carros populares de pequeno porte. Morando em São Gon­çalo tentem compreender, vocês sabem como é, quando a Ponte engarrafa, ele fica a pé. Anuncia visita próxima às cercanias do Posto Seis, agora que final­mente requereu o reajuste no Adc Hab, recobrando o ânimo de infante des­temido. Vamos torcer, vamos cobrar.

Marques, José Antônio Silva. Sin: Zico. Chanceler do Império Bageense, ponto fora da curva comportamental mesmo na galáxia desatinada do Esquadrão72. Ausente das conferências Tu MMM 72, provável patrão atual do CTG Bagé-Ace­guá, rival histórico do Bagé –Taquarembó. Candidato a serviço permanente nas baias enquanto não justificar o sumiço prolongado. Ver Breide, Newton e Mário, Tarzan.

Marsillac, Pedro Augusto Mota. Sin: Camelo. Espécime do Esqd Cav em POA, re­validando o significado do radical aqva. Discretíssimo, nunca se sabe quando está na Redenção ou na estância cavalgando puro-sangue. Serviço ininterrupto de cavalariça até lançar manifesto público com os desgarrados da banda orien­tal. Ver Rabuske, Waldir e Schwalb, Leo.

Meirelles, João. Sin: Joe May. Artilheiro mais simpático do universo, contrariando pesquisas psicossociais acerca do canhoneiro padrão. Extremamente culto, ex­pertise em safras Bordeaux e tintos prediletos de Napoleão. Poliglota, vingou o vexame na Copa 2014 deixando a Alemanha prostrada diante do Barão VO­-ador, sua alegria de viver e a lendária t-shirt negra Led Zepellin. Confrade dile­to do Sr Wlcm. Ver Wilson, Patinho.

Mello, Almir Castro de M Júnior. Sin: Mellinho, Mello Galinha, Castro Júnior. Ex­-ginasta ponta-cabeça do CMRJ. Atuou na comédia urbana “King Kong no 107”, onde ele e o Alcântara, sem reconhecimento mútuo, estranhavam-se no ônibus que os transportavam a reunião da Gloriosa. Machos-alfa pré-surtados, só per­ceberam o mico no Portal Mágico. Denota relação estranha com o Sr Pato Ma­chado, tipo amizade é quase amor. Cultiva o fetiche masoquista de vinculação à SIP/Niterói, sendo tijucano.

Mendes, Osvaldo Rezende. Sin: Macamendes. Punhos de aço ou temperamento mais cordial do Esqd, conforme as circunstâncias. Habitualmente tranquilo. Es­tressado, nem a poderosa FT Ex Cmp Ref Bac-Baci-Renatinho teria PCmb para encará-lo, restando a VA Ala Cav-Represa  em eventual retraimento para região de SEGAR. Excelente atleta nas pistas e no gagá que o fez adentrar o QEM. Digno de fátua para resgate nas Agulhas Negras. Ver Mariotti, Francisco.

Micelli, Armando M Teixeira. Sin: Che Micelli, Armandinho. Voleibolista legendá­rio, precursor dinástico - Bernardinho, Ricardinho, Marcelinho. Gonfaloniere de Brusque pós-regressão itálica em Nova Trento. Fera nas exatas, hoje engenhei­ro conceituado, prestigia suas raízes cavalarianas. Garoto na Praia Vermelha, vindo ao Rio estaciona o motor-home, assina o ponto no Círculo e curte os áu­reos tempos do bonde 04. Grande incentivador de Dom Obá III.

Moura, Adalberto Alves de. Sin: Moura Com. Comunicante operante a léguas do Expresso MMM da Praia Vermelha. Senhor feudal na Barra da Tijuca, pouco se afasta dos seus domínios e de empreendimentos imobiliários fantásticos entre o Jardim Oceânico e o Recreio. Quase iguala o Louvera na presença aguada aos festins mensais. Ver Louvera, Agnaldo.

Moura, Carlos Alberto Banhos. Sin: BQ 65-118, Mourinha, Charles. Morador do castelo azul-turquesa. Irmão de proveta consanguíneo do HCC, desde a EPCAr. Recifense retornado aos pagos, vez por outra transita no balneário decadente. Convém manter distância razoável de poços-caldense adotivo que o responsa­biliza pela ausência a cinquentenário festivo. Ver Cordeiro, Hamilton.  

Mota, José Maria da M Ferreira. Sin: Motinha, Motinha Artilheiro, Mota C. Con­corrente próximo do Joe May no campeonato de artilheiro boa gente. Represen­ta muito bem a equipe de veteranos da ECEME nas assembleias 3M/RJ, embora sem justificar faltas do Piranha e do Nonato a contento. Associado a Dom Obá III no sentimento cruzmaltino. Ver Meirelles, João e Ivan, Piranha.



Quartel no Mourisco, 01 de julho de 2015.{jcomments on}